Vim do mundo dos mortais, buscando aqui a imortalidade. *********** Já concluído, com 5,4 milhões de palavras: "O Caminho Oficial de 1976", atualizações regulares, leia com tranquilidade! Grupo de leitores de "Vim do Mundo dos Mortais": 465327304 (é necessário ter uma conta no Qidian, senha de acesso: Xu Yi, Jiangnan aguarda por você).
O rio Nierlong jorrava suas águas incessantes, descendo desde o topo do Monte Huiyin e contornando a aldeia de Xu, num fluxo interminável.
Era agosto, o outono ainda não chegara, mas o frescor já se fazia sentir.
Sob a sombra de um velho plátano manchado pelo tempo, um grupo de aldeões cercava um jovem erudito, escutando-o com atenção concentrada.
O jovem tinha dezoito ou dezenove anos, traços elegantes e olhos vivos, mas o rosto era amarelado como se estivesse doente. Vestia uma túnica de linho tão lavada que se tornara quase branca. Ao soprar do vento, a roupa colava-se ao corpo, revelando uma compleição robusta.
Ele bateu duas lâminas de madeira de pereira uma na outra, emitindo sons ritmados, e abriu os lábios numa voz clara e ressonante:
"Diz-se que o espírito da raposa imortal se dissipou no vento, separando-se para sempre daquele jovem que teve seu nome inscrito na lista dourada. Entre eles, um abismo entre o mundo dos vivos e dos mortos, restando apenas o lamento eterno. Tomado pela tristeza e pela lembrança dos laços afetivos, ele abandonou seus sonhos de ascensão e renunciou ao cargo, refugiando-se ao lado da Colina da Raposa, onde construiu uma choupana para meditar sobre a vida e a morte, resignando-se ao destino... Como diz o verso: 'Quem já viu o oceano profundo, não se contenta mais com águas rasas; fora o Monte Wu, nenhuma nuvem mais o encanta. Entre flores, reluta em olhar para trás, metade pela busca do caminho, metade pelo afeto por ti.'"
Ao fim do cântico, reinou o silêncio.
O jovem acabara de co