Ao conduzir a cerimônia de casamento do homem por quem estava apaixonada há dez anos, ela acabou sendo alvo de um canalha. Esse canalha era tão absurdamente bonito que parecia desafiar as leis da natureza, mas isso era apenas o começo: ele era também o presidente de um gigantesco conglomerado internacional. O mais surpreendente é que ele havia vivido como monge durante vinte e oito anos — e ainda era virgem! Ele chegou a lhe dizer: "Não se aproxime, tenho medo." Mas onde quer que ela fosse, ele a seguia. Abandonou o cargo de presidente, desafiou o próprio pai, e grudou nela como um enorme coala sem cauda. Ela o insultava, ele não ia embora; ela o agredia, ele continuava ali. Embriagou-o, despiu-o e o deixou na porta de um hotel, exposto e vulnerável, esperando que se sentisse humilhado. Mas, para surpresa dela, ele ficou ainda mais obstinado, permitindo que jornalistas tirassem fotos de seu corpo nu e, sob a acusação de assédio sexual, levou-a ao tribunal. Alegando danos financeiros, arrastou-a para substituí-lo como presidente da empresa, enquanto ele se tornava seu secretário pessoal, acompanhando-a nas refeições e nos eventos, mas nunca na intimidade. Isso a deixou furiosa: "Seu canalha, eu é que vou te conquistar!" — O chefe descolado e sem vergonha
Ela se chama Yán Er, apelido de infância Yán Er, que soa como desanimada, mas hoje, não lhe é permitido abaixar a cabeça. O homem que ela mais ama e sua melhor amiga vão se casar, e ela precisa ser a madrinha principal do casamento deles.
Ela tentou recusar, mas o que ele disse?! Ele disse: "Você é a testemunha da nossa maratona de dez anos de amor, se não for você a celebrar esse casamento, quem mais poderia ser?"
Diante daquele olhar sincero e suplicante, ela mais uma vez não conseguiu resistir. Sem saber como, ela assentiu com a cabeça. Assim como nos últimos dez anos, sempre que ele a olhava com aquele olhar de menino grande, ela amolecia e cedia. Cedeu para ajudá-lo a passar bilhetes à sua melhor amiga, cedeu para criar oportunidades para que se encontrassem, cedeu para ajudá-lo a conquistá-la, cedeu para convencê-la a ser sua namorada, cedeu para ajudá-lo a pedi-la em casamento... até há poucos dias, quando cedeu para ser a madrinha principal. Yán Er entregou, com as próprias mãos, o homem que mais amava, Mu Yuchen, à sua amiga Qin Xiaoyu.
Naquele momento, ele a abraçou com força, como fazia antigamente, balançando-a de um lado para o outro após mais um sucesso, dizendo: "Yán Er, você é incrível, é maravilhosa, eu te amo!"
Ele ria de felicidade, ela chorava de dor, mas ainda assim forçava as lágrimas a não cair. Não sabia mais qual era o sentido daquele abraço, nem daquele amor.
Se era como irmã mais velha, irmã mais nova, ou talvez até como mãe. Mas, não importava o que fosse, ela sabia muito bem: ele nunca a viu c