O Concerto de Quarenta e Seis Bilhões de Anos da Evolução

O Concerto de Quarenta e Seis Bilhões de Anos da Evolução

Autor: Viajante das Fases

Desde o momento em que a vida surge em um planeta, torna-se testemunha do florescimento e declínio de incontáveis civilizações, do nascimento e desaparecimento de espécies. Sob a sombra de desastres naturais e mudanças incessantes, nada permanece eterno; apenas a transformação constante, a evolução diante das adversidades, pode conduzir à vitória perfeita. Esta história começa com uma célula diminuta...

O Concerto de Quarenta e Seis Bilhões de Anos da Evolução

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Capítulo Um: A Primeira Célula

Capítulo Um
A Célula

Sobre a superfície azul e serena de um oceano sem fim, um pequeno vulto atravessava a água em alta velocidade.

— Ah, ah... Um planeta com oceanos, mas sem organismos multicelulares? Que raridade... Não faço ideia de quanto tempo levei para encontrar um lugar assim. Agora posso finalmente brincar de "criadora" — ainda que, na verdade, eu só jogue aqui alguns tipos de células primitivas da Terra...

A figura, com cabelos dourados curtos e um rosto adorável, parecia uma pequena menina. Ela parou sobre o mar e, com um gesto delicado, fez cair uma chuva de gotas cintilantes na água.

— E agora... vou acrescentar um pouco do meu conhecimento a uma dessas células... e também... consciência...

— Saline, vamos embora! — Uma voz ecoou do céu, fazendo a menina se surpreender levemente.

— Entendido, já estou indo!

Respondeu com indiferença, e voltou seu olhar para o oceano: — Então, estou indo agora. Depois volto para visitar vocês.

— Estou tão curiosa... Como será que vão evoluir...?

Enquanto falava, seu corpo começou a flutuar lentamente, transformando-se em um raio de luz que desapareceu no firmamento estrelado.

...

Onde estou? Quem sou eu?

Esse foi seu primeiro pensamento. Tinha consciência, sentia o toque, mas não possuía visão nem olfato; por sua única percepção, sabia que estava imerso em um líquido.

Esse líquido era chamado água.

Eu... sou chamada célula?

Não tinha cérebro, mas sabia a forma do próprio corpo: uma fina membrana circular, no centro da qua

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