No mágico ano de 2003, uma nova era chegou silenciosamente. David Beckham partiu rumo à Espanha, enquanto aquele jovem português chamado Cristiano Ronaldo se juntou ao Manchester United. O ambicioso Arsène Wenger liderou seus Gunners, dando início à temporada invicta. Sobre Stamford Bridge, o céu foi inundado pelo dinheiro dos russos, que buscavam, sem restrições, reunir todos os talentos do mundo sob seu domínio. No Portão Norte de Hyde Park, no coração de Londres, Yang Cheng, recém-formado na universidade, herdou um clube à beira da falência, junto com um terreno dourado que despertava a cobiça de todos. "Sou, sem dúvida, o viajante do tempo mais fracassado da história!" "Mas eu prometo: vou conduzir minha equipe, na Premier League, na Europa e no mundo, conquistando vastos territórios e fazendo com que todos os grandes clubes se curvem diante de nós, tremendo aos nossos pés!"
Antes de começar a relatar, peço aos estimados leitores que me permitam lamentar um pouco. O motivo de não ter cumprido a promessa anterior de lançar um novo livro em agosto foi que rompi o tendão da mão esquerda.
Juro solenemente: procurei o editor com antecedência, defini o início, comecei a armazenar capítulos e estava pronto para publicar em agosto. Mas no dia 6 de agosto houve um problema com a porta de vidro do box do banheiro em casa; o técnico chamado várias vezes não quis vir, e como havia ferramentas em casa, decidi resolver por conta própria, afinal, é bom ser autossuficiente.
Mal tirei os parafusos e, ao segurar o puxador com força, o vidro temperado explodiu. Uma placa inteira caiu sobre o dorso da minha mão esquerda, abrindo um corte profundo.
No início não dei muita importância, já que os dedos ainda se moviam, pensei que fosse apenas um ferimento superficial. Fui até o posto de saúde da comunidade para limpar o ferimento; o médico achou que poderia ou não precisar de pontos (culpa minha, pois depois acabei fazendo uma pequena cirurgia com três pontos; o corte não era grande, mas fiquei com preguiça de ir ao hospital da cidade), então não fui costurar o ferimento no hospital.
Três dias depois, o corte continuava vazando sangue e líquido; percebi que havia algo errado e fui imediatamente ao hospital de referência da cidade.
No início, médicos e enfermeiros não acharam nada de especial, pensaram que era só costurar o ferimento. Porém, ao aplicar anestesia e lavar a ferida, o médico descobriu que o tendão perto do dedo médio esta