A Jornada Solitária do Grande Caminho

A Jornada Solitária do Grande Caminho

Autor: Montanhas e Rios Além da Névoa

O cultivador, ao dominar os Cinco Elementos nas mãos e pisar sobre o Yin e o Yang, transcende o ciclo de vida e morte em busca do Caminho Eterno. Com esforço árduo, súbita iluminação, batalhas de vida ou morte e enfrentando calamidades incontáveis, acabará por ascender ao cume supremo, contemplando a vastidão dos Nove Céus. Quando finalmente alcancei o ápice dos Nove Céus, percebi que o tão almejado Caminho não era senão a trilha que trilhei, e essa jornada estava apenas começando! O Caminho é vasto e desolado, e apenas eu sigo sozinho! —— Já concluí obras como Espada Eterna Divina, Orgulho Imortal, Só Eu no Cume, Supremacia Vindoura e O Mercador dos Mundos de Cúpula Rubra. Cada livro é um universo, cada grão de areia um mundo, e todos têm seu brilho próprio! Recomendo especialmente Orgulho Imortal; se gostou deste, irá apreciar ainda mais aquele!

A Jornada Solitária do Grande Caminho

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Capítulo Um: O Julgamento do Céu

Monte Dragão, a montanha mais famosa de Prata, ergue-se íngreme, coberta de lajes de pedra azul. Essas rochas, lisas como jade, foram talhadas por mãos humanas, abrindo trilhas acidentadas que serpenteiam encosta acima, com nove voltas e dezoito curvas, até o cume, diante do Mosteiro Benevolente e Puro.

O Mosteiro Benevolente e Puro é o terceiro templo mais antigo de Prata, dedicado à encarnação da Deusa da Compaixão, cujo poder é tido como miraculoso. Em dias sagrados, incontáveis fiéis atravessam longas distâncias para ali se ajoelhar, queimar incenso e fazer ou pagar promessas.

Apesar das inúmeras pedras azuis de Monte Dragão, a vida pulsa vibrante: nas fendas rochosas, orquídeas crescem tenazmente. Na época da floração, centenas delas explodem em cor no alto da montanha, exalando uma fragrância etérea. Vista de longe, a rocha parece jade, as flores formam um mar matizado; é um espetáculo digno de um quadro majestoso.

Aos pés da montanha estende-se um vasto bambuzal, o único caminho de acesso ao monte. Ali nasceu, naturalmente, um pequeno povoado: Vila Estandarte Branco.

Vivendo do que a montanha oferece, os habitantes de Vila Estandarte Branco quase não cultivam a terra. Seu sustento vem dos peregrinos e viajantes que sobem o monte em busca do sagrado. Uns abrem estalagens, outros mantêm tabernas, servem chá, vendem incenso... Há também os que apregoam quitutes e bugigangas, ou os carregadores que, pela força, transportam visitantes montanha acima em troca de uma refeição.

No final do povoado, um passo adiante e começa a trilha de pedra

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