A disputa entre as raças de feras espirituais e humanos, o confronto entre os planos do Abismo e de Douluo, tudo aponta para uma era de incessantes conflitos, repleta de sangue e caos. É nesse cenário que Yu Nanyuan, ao despertar as memórias de sua vida passada, ascende ao auge, suprimindo inúmeros prodígios de sua geração. Com um talento incomparável, ele alcança o trono do vazio, jamais pisado por qualquer outro, rompe as amarras e finalmente pacifica o mundo. No topo do trono do vazio, seus olhos penetram o infinito, revelando apenas determinação e firmeza; sua missão ainda não chegou ao fim. Tudo terá início naquela cidade litorânea de Cidade do Mar do Leste... Este é um romance com múltiplas protagonistas femininas, centrado em um personagem genial e vibrante. Se não aprecia este estilo, não continue. Entre os protagonistas das quatro partes de Douluo, tenho maior apreço por Tang Wulin e não o retratarei de forma negativa. Contudo, como se trata de uma obra derivada, o protagonista certamente ofuscará o brilho de Tang Wulin.
Desde que o Império do Sol e da Lua unificou o continente de Douluo, posteriormente renomeado para Federação Sol e Lua, já se passou uma era de dez mil anos. Com o fim das disputas internas, o mundo humano entrou naturalmente em uma fase de desenvolvimento tecnológico acelerado.
A ascensão da árvore tecnológica proporcionou à humanidade um salto gigantesco em poder geral. Graças à avançada tecnologia de condução de almas, as tribos de bestas espirituais já não podiam competir com os humanos. Até mesmo a outrora grandiosa Floresta Estrelada, que viveu seu auge, declinou diante do avanço dos tempos. Após séculos de exploração incessante, restou menos de um por cento de sua área original.
Ainda assim, a busca humana por recursos do planeta Douluo nunca cessou. Com o apoio da tecnologia de condução de almas, a humanidade voltou seus olhos para o oceano. As tribos de bestas marinhas que habitavam regiões costeiras já não representavam ameaça diante das poderosas embarcações militares humanas.
Na costa leste da Federação Sol e Lua, a Cidade do Mar Oriental prosperou rapidamente durante milênios, apoiada pela abundância de recursos marítimos, e tornou-se uma das maiores cidades de todo o leste federativo.
Porém, devido à sua localização e ao clima peculiar, o comércio da Cidade do Mar Oriental sempre se manteve restrito, apesar de seu desenvolvimento. O principal fator era o tufão.
A cidade, à beira-mar, sofria constantes investidas de tufões. E dessa vez, a tempestade parecia ainda mais feroz que as anteriores.
O céu parecia desabar; nuvens