Porque estava grávida novamente de uma menina, Han Shuang ainda no ventre já foi entregue a outra família. No processo de crescimento de Han Shuang, ela enfrentou continuamente as dificuldades da vida. Han Shuang dizia a si mesma que, enquanto fosse ela mesma a viver, a vida não poderia ser uma derrota! Uma nova obra acaba de sair do forno; espero que todos gostem. A atenção de vocês é a força que me impulsiona a escrever. Vou me esforçar para contar bem cada história!
Numa aldeia perdida nas montanhas, dentro da casa de uma família, a mulher grávida falou ao marido: “Já são cinco meses. Já dá para ver se é menino ou menina.”
O homem ficou calado um instante e disse: “No posto de saúde fazem ultrassom, mas o hospital não fala.”
A mulher respondeu: “Dizem que pelo pulso também se sabe. Se não, amanhã, quando formos à feira, passamos no velho boticário para ver.”
“Hum.” Ele tornou a responder, ainda emburrado. Depois apagou o lampião e foi dormir.
Aquela era a segunda gravidez do casal; a primeira havia sido uma menina. No campo, podiam ter dois filhos. Eles esperavam que desta vez viesse um menino.
Os dois trabalhavam em Cantão e tinham voltado para passar o Ano-Novo e ter o bebê.
No dia seguinte, logo cedo, comeram e saíram juntos para a feira. A filha mais velha, com mais de dois anos, ficou aos cuidados da avó paterna.
Depois de uma hora e meia, chegaram à porta da clínica do velho médico chinês na feira. Já havia pacientes sendo atendidos. O casal sentou-se para esperar um pouco. Havia ainda dois doentes na frente. Quando chegou a vez deles, a mulher se sentou diante do velho médico, estendeu a mão e a pousou naturalmente sobre a almofada de exame.
O médico tomou um gole de água, colocou três dedos no pulso da mulher e perguntou: “Já tem uns quatro ou cinco meses, não tem? Sente algum incômodo?”
“Seu Wu, ando muito agoniada estes dias. Já são cinco meses; pela lógica, isso não deveria acontecer”, mentiu a mulher.
O velho médico soltou a mão dela e disse: “Não se preocupe, o