Lorde: Senhor da Morte, Começo com a Grande Tumba dos Deuses

Lorde: Senhor da Morte, Começo com a Grande Tumba dos Deuses

Autor: Neve voando até o céu

Lu Cang atravessou para o mundo dos senhores de todos e despertou um núcleo de senhor de nível supremo: as Nove Tumbas do Sepultamento dos Deuses. A cada camada de tumba desbloqueada, ele obteria uma unidade com a mais alta aptidão de crescimento e, ao mesmo tempo, desbloquearia uma habilidade territorial divina única. Liches pálidos, criações paradoxais, corrompedores, poluidores... incontáveis unidades aterradoras e poderosas nasceram no território de Lu Cang. Nas gerações seguintes, as pessoas chamaram Lu Cang de “Senhor da Imortalidade”, “Catástrofe da Destruição”, “Encarnação da Morte”, “Rei do Mal”, e muitos outros títulos; ainda assim, todos os proferiam com profundo respeito e temor.

Lorde: Senhor da Morte, Começo com a Grande Tumba dos Deuses

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Capítulo 1: As Nove Tumbas do Sepultamento dos Deuses

Lu Cang ergueu os olhos para o céu.

O céu já se rasgara, abrindo um vazio negro.

O vento zunia junto aos ouvidos.

Lu Cang estava de pé numa ampla praça.

Ali havia inúmeros humanos como ele.

A praça estava lotada, mas cada pessoa ali vestia um manto negro.

As vestes tremulavam ao vento.

Incontáveis tecidos escuros esvoaçavam, dançando freneticamente sob o olhar de Lu Cang, como espectros negros.

Mas Lu Cang sabia muito bem que, sob aqueles mantos, não havia fantasma algum.

Eram pessoas de verdade, iguais a ele, de carne e osso, sem diferença alguma.

Se era para apontar alguma distinção, talvez Lu Cang fosse o mais bonito entre todos aqueles humanos.

Cabelos curtos prateados.

Olhos de um azul cristalino.

E um rosto impecavelmente atraente.

Chamá-lo de o homem mais bonito talvez não fosse exagero.

Cada um deles tinha nas mãos uma pedra cristalina e translúcida.

Aquilo era o núcleo de seu senhorio.

Se visto de cima, tudo o que se enxergaria seria uma massa inteiramente negra, feita de panos agitados pelo vendaval.

Inúmeros homens de manto negro reunidos.

Como se estivessem realizando algum grandioso e maligno ritual.

“Quem diria.”

“Já se passaram dezoito anos desde que vim parar neste mundo.”

Lu Cang contemplou o céu.

O céu era um enorme vazio negro.

O vendaval também era gerado por aquela imensa fenda.

O vazio emanava uma força de sucção brutal, como se quisesse engolir tudo.

E, sob ele, havia um homem de meia-idade traj

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