O Luminar Literário da Grande Dinastia Ming

O Luminar Literário da Grande Dinastia Ming

Autor: Quando a Felicidade Bate à Porta

Diante das Nove Portas da Cidade Proibida, os cem oficiais, de insígnias e toucados, acorrem ao portão sul do palácio. Com flores palacianas adornando seus chapéus, apresentam-se ao imperador ao raiar do dia; no áureo salão, os nomes dos escolhidos ecoam, proclamados solenemente. Pela longa avenida imperial, cavalos galopam por dez li, enquanto todos reverenciam o laureado campeão do exame imperial da Grande Ming. Eis a história de um homem moderno que, vivendo na dinastia Ming, dedica-se aos estudos com afinco e perseverança diários. Já possuo duas obras concluídas, cada uma com dois milhões de palavras—qualidade garantida! Grupo de leitores e amigos: 164.548.046. Juntem-se para conversar e compartilhar sugestões.

O Luminar Literário da Grande Dinastia Ming

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100capítulos Capítulo

Capítulo Um: O Jovem e a Esposa

As águas do Min se chocam contra as do grande rio, e toda a superfície, por dez léguas, veste-se de um amarelo turvo.
Galhos secos e folhas mortas descem ao sabor da corrente.
O tufão devastara, as águas do Min transbordaram, e a montante, cem léguas foram submersas. A jusante, pontes destruídas, casas inundadas; os que viviam fora dos diques do rio sofriam tormentos indizíveis.
Mal passara o tufão, o céu já se mostrava límpido, e o sol ardia com crueldade. Nos lugares recém-libertos da enchente, o calor era opressivo, o ar pestilento.
O mormaço subia, e ainda nem era o auge do verão.
No condado de Houguan, na vila de Fangle, encostada ao Min, fora do dique, as águas ainda não haviam recuado; dentro, restava o caos deixado pela inundação.
A enchente recuara quase pela metade, mas as marcas d’água nos caibros das casas permaneciam; panelas, telhas, pratos flutuavam na água imunda, semelhante à de um poço de dejetos, passando diante de cada porta.
Às margens da rua, adultos e crianças empunhavam varas de bambu, batendo incessantemente na água junto às janelas do segundo andar, na esperança de pescar algum utensílio perdido.
Numa casa comum de Fangle, semelhante àquelas dos Tanka, erguida sobre palafitas, com dois andares: o térreo era úmido, abafado, propenso a grandes enchentes, ao bolor na primavera, às inundações no verão; apenas o piso superior servia de morada, o inferior era destinado a latrina e cozinha.
Contudo, ali vivia uma família, e um rapaz permanecia inconsciente, de olhos cerrados, sobre uma cama de vime.
A c

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