Em 1996, Takakura Bunta, renascido numa versão sombria do meio artístico japonês, possuía um corpo com a força física da “criatura mais forte da terra, do mar e do ar”. Ele participou da primeira obra de Tsuburaya da série “Ultraman Heisei para adultos” — “Ultraman Tiga”.
Em 1996, na cidade de Kamakura.
Às margens das ruas estreitas, havia pequenas lojas ainda em funcionamento e casas de madeira de estilo japonês, impregnadas de história.
Caminhando devagar por aquelas vielas, era possível dar de cara com antigos templos e santuários. Tratava-se de um cenário muito usado em filmes e séries, como no caso de “Slam Dunk”, “A História de Kamakura”, “Diário de Um Sábado à Beira-Mar” e tantos outros.
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No dia 16 de março, a Companhia Tsuburaya também realizou ali, durante uma semana, as filmagens da primeira obra da série “Ultraman Heisei para adultos”: “Ultraman Tiga”.
Era a primeira vez que a Tsuburaya, acompanhando o curso dos tempos, produzia uma obra audiovisual de Ultraman voltada para maiores de dezessete anos, em uma iniciativa bem-sucedida e inovadora.
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Nesse sombrio mundo paralelo, não apenas no Japão, mas em todo o mundo, a indústria audiovisual seguia a tendência dos filmes para maiores de dezessete anos, alcançando uma prosperidade sem precedentes.
Em 1996, 94,2% das obras audiovisuais do mercado mundial enquadravam-se nessa classificação.
Classificação restrita: menores de 17 anos só podem assistir acompanhados por um dos pais ou responsável adulto.
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“Ótimo! Por hoje, encerramos aqui!”
Com o grito do diretor de campo de “Ultraman Tiga”, Akio Jissoji, o trabalho de filmagem do primeiro episódio chegou ao fim, e os funcionários da equipe começaram a arrumar o set.
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O trabalhador temporário da equipe de adereços, Bunta Takakura.
Ele carregava